Os maiores casos de acidentes de trânsito com vítimas fatais são
entre motoqueiros. As razões são as mais diversas, entre elas a falta de
estabilidade do veículo, que muito leve, pode ser lançado longe com qualquer
toque de outro veículo maior.
A falta de proteção também ajuda. Apesar da utilização dos
equipamentos de segurança obrigatórios, o corpo do motoqueiro e do passageiro
são alvos fáceis e qualquer choque ou queda podem ser fatais.
Nas cidades, muitos motoqueiros se arriscam entre os carros.
Chegam buzinando para avisar que estão passando, mas nem sempre têm a sorte de
achar espaço hábil para uma passagem e se choram nos retrovisores e laterais.
Passando por São Paulo, esses dias, presenciei uma cena dessas. Um
motoqueiro vinha no mesmo sentido que o carro onde estava, quando sua moto
patinou na pista e o derrubou. Foi moto girando para um lado e o rapaz para o
outro. Por pouco ele não foi para baixo do veículo em que eu estava.
Pela janela consegui observar o momento em que ele conseguiu se
levantar e se salvar de um carro que vinha em sua direção, e correu para a
calçada.
Ele realmente teve muita sorte do tempo estar chuvoso e o tráfego
lento. Se fosse em um dia de trânsito normal em São Paulo, ele poderia não ter
tido a mesma sorte que teve.
Mas o perigo não restringe apenas ao trânsito frenético das
cidades. É necessária muita atenção nas estradas também. É muito comum anunciar
no rádio ou na TV que uma moto se chocou com um caminhão ou com um carro e que
os ocupantes da moto não sobreviveram.
As consequências de um acidente de moto podem variar de apenas um
simples susto com alguns arranhões, como fraturas graves, amputações e a pior
delas, a morte.
Portanto, se você gosta de se aventurar em um moto, fazer
ultrapassagens perigosas, testar o limite e fazer explodir a tensão em
adrenalina, tome cuidado, as consequências podem não ser o que você espera.
Atenção sempre.
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